Dirigente petista vai até Caracas para saudar a “libertação do povo venezuelano” pelo ditador Maduro, durante a posse do tirano após mais uma eleição fraudada
Durante as eleições de 2022, a direita brasileira foi CENSURADA ao expor a conexão umbilical entre o PT e a brutal ditadura chavista.
Hoje, às vésperas da “posse” de Maduro, depois de FRAUDAR mais uma eleição, lá estava uma integrante da Executiva Nacional do PT, atuando como secretária-geral do Foro de São Paulo — organização criada por Fidel Castro e Lula nos anos 1990 para fomentar regimes socialistas totalitários na região, à semelhança de Cuba.
A dirigente petista Mônica Valente, esposa do ex-tesoureiro petista Delúbio Soares, descreveu a consolidação de um regime totalitário, que censura, prende e mata pessoas para manter o poder, da seguinte forma:
“Esse é um momento histórico em que o povo venezuelano toma em suas mãos a sua soberania e a sua libertação com a posse do presidente Maduro.” Enquanto ela proferia essas palavras, a líder da oposição era sequestrada pelo regime.
A Venezuela é o maior caso de sucesso do Foro de São Paulo. Não podemos esquecer que o próprio Hugo Chávez reconheceu a importância do Foro de São Paulo para sua chegada ao poder.
Lula também deixou claro, em diversas ocasiões, seu apoio irrestrito à ditadura chavista ao longo das últimas décadas, chegando a participar de peças publicitárias para Maduro mesmo enquanto se recuperava de um câncer.
Mas o apoio foi além: o petista enviou seus marqueteiros para Caracas, que acabaram sendo presos no âmbito da Lava Jato. Em delação premiada, Mônica Moura detalhou como o propinoduto que abastecia os esquemas no Brasil, desbaratados pela operação, também financiou a campanha chavista.
Logo após a posse de Lula, Maduro foi o primeiro convidado de honra ao Palácio do Planalto, recebido com tapete vermelho pelo regime brasileiro. Após a fraude eleitoral escancarada, Lula finge ter rompido com Maduro, enquanto seu partido continua apoiando o tirano.
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