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Moraes nega pedido de prazo maior para defesa de Bolsonaro
Paulo Figueiredo

Justiça

Moraes nega pedido de prazo maior para defesa de Bolsonaro

Alexandre de Moraes, do STF, negou pedido da defesa de Jair Bolsonaro para estender o prazo de resposta à denúncia da PGR

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para estender o prazo de resposta à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os advogados solicitaram 83 dias, em vez de 15, que é o prazo legal.

A defesa afirma que o tempo maior é necessário para acessar e analisar todos os documentos da investigação e que foi este prazo — de 83 dias — que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, teve para apresentar a denúncia.

Ao negar o pedido, Moraes afirmou que a petição “carece de qualquer previsão legal” e destacou que todos os denunciados têm o mesmo prazo, conforme o artigo 4º da Lei 8.038/90 e o artigo 233 do Regimento Interno do STF.

“Conforme ressaltei no despacho que determinou a notificação, os prazos serão simultâneos a todos os denunciados, inclusive ao colaborador, uma vez que, somente os réus – uma vez instaurada eventual ação penal – têm o direito de apresentar alegações finais após a manifestação das defesas dos colaboradores, não se aplicando tal entendimento à presente fase procedimental”, escreveu Moraes.

Defesa de Bolsonaro reclama de falta de acesso a documentos
A defesa de Bolsonaro alegou falta de acesso completo ao material investigativo, incluindo delações premiadas, mas o ministro refutou. “Foi autorizado e publicizado, inclusive, o amplo acesso a todos os vídeos e mídias eletrônicas juntadas aos autos”.

Os advogados de Bolsonaro argumentaram “paridade de armas” com o Ministério Público Federal, defendendo o mesmo tempo que a acusação usou para análise. Esse argumento foi detalhado em uma manifestação de 12 páginas, que também citou acesso incompleto à delação de Mauro Cid.

FONTE/CRÉDITOS: Paulo Figueiredo
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